Posts com Tag ‘O Dia em que a Terra Parou’

wolverine

PG-13? Cópia vazada na internet? Sem sangue? Distribuição da Fox? Eu passo!

Adoro o Wolverine, foi o único quadrinho que já colecionei de forma séria e sistemática. Gosto do Logan nos filmes dos X-Men, mas vou ignorar esse filme. Primeiro por ser Fox. Esse estúdio faz de conta que eu não existo, logo, farei de conta que eles não existem. Depois por conta do filme ter “vazado”, que nada mais foi do que uma tentativa furada de atrair mais atenção ao longa X-Men Origens – Wolverine. E, por fim, pelo filme ter sido feito para censura PG-13.

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PG-13? Cópia vazada na internet? Sem sangue? Distribuição da Fox? Eu passo!

Adoro o Wolverine, foi o único quadrinho que já colecionei de forma séria e sistemática. Gosto do Logan nos filmes dos X-Men, mas vou ignorar esse filme. Primeiro por ser Fox. Esse estúdio faz de conta que eu não existo, logo, farei de conta que eles não existem. Depois por conta do filme ter “vazado”, que nada mais foi do que uma tentativa furada de atrair mais atenção ao longa X-Men Origens – Wolverine. E, por fim, pelo filme ter sido feito para censura PG-13.

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Eles chegaram e a gente já era! Remake de O Dia em que a Terra Parou faz boas escolhas de elenco e roteiro para honrar um dos maiores clássicos da ficção científica.

Klaatu Barada Nikto é provavelmente uma das expressões mais conhecidas pelos simpatizantes da ficção científica. Embora seu significado não seja dos mais conhecidos, tudo isso deveria mudar com a estréia o remake de O Dia em que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still), mas a frase é dita tão baixinho que quase passa batido. As presenças de Keanu Reeves, como Klaatu, e Jennifer Connely, como Helen, no elenco só ajudam a levar uma das melhores realizações do gênero a uma nova geração, que, goste ou não, tem colaborado para o inevitável fim da civilização.

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Resolvi armar uma novidade para vocês hoje. Em vez de escrever sobre tudo que foi dado de brinde e algumas coisas curiosas que aconteceram durante a San Diego Comic-Con 2008, resolvi fazer um vídeo xumbrega ao extremo para mostrar as coisas para vocês.

Sim, eu sei que o mico é inevitável, mas fazer o que? O som está ruim, minha voz é péssima, mas é isso ae! Espero que gostem! Se não gostarem também, vão para o meio do Hell! YAY! =D

Aumente o som, sério!

Parte I

Parte II

Se alguém quiser se oferecer para editar, fale comigo! 😀
Meu computador não tem memória nem para pensar em editar alguma coisa. Por que será que algo me diz que isso vai parar no Arre-Égua? =D

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A magnitude da San Diego Comic-Con começa no simples fato de descrever o Convention Center, onde a feira acontece. São aproximadamente 4 quarteirões grandes, ou melhor, uns três estádios como o Canindé, em São Paulo. Visto de fora já impressiona. Quando você entra, a coisa piora, pois, além de comprido, o local é amplo e comporta uma infinidade de espaços.

Depois falo sobre isso, pois vamos ao que realmente interessa. O que rolou no primeiro dia de programação completa! Afinal de contas, ontem foi só oba-oba e, no fim da noite, pude conferir Tropic Thunder, um dos filmes mais débeis mentais da temporada. É de chorar de rir! Robert Downey Jr. de negão é o que há!

DIA 01
Acordei atrasado! Legal, não? Nada que complicasse a vida, mas o suficiente para me fazer pegar uma fila maior do que o programado para o Hall H, a principal área de eventos da feira. O Sol tradicional e o ventinho litorâneo ajudaram bastante a encontrar pique para caminhar até a Comic-Con. Claro que, chegando lá, o lugar já parecia um formigueiro e era apenas 10h. A primeira bateria de painéis já tinha começado, mas o objetivo da manhã era garantir um bom lugar no Hall H, o maior auditório do centro de convenções.

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