Posts com Tag ‘Neil Gaiman’

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Guillermo Del Toro é competente, tem um bom elenco e uma história complexa nas mãos. Pancadaria e mitologia se misturam na segunda aventura do Vermelhão.

A chegada de Hellboy aos cinemas provou o carisma do herói infernal que, com a ajuda de Ron Perlman, se tornou um personagem com a cara do cinema de ação atual. Depois da ótima recepção de seu primeiro filme, ele retorna à carga com Hellboy II – O Exército Dourado. Além de grandes níveis de ação, o longa traz um subtema explorado com impacto e excelência pelo diretor Guillermo Del Toro: a relação entre o ser humano e a natureza.

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Guillermo Del Toro é competente, tem um bom elenco e uma história complexa nas mãos. Pancadaria e mitologia se misturam na segunda aventura do Vermelhão.

A chegada de Hellboy aos cinemas provou o carisma do herói infernal que, com a ajuda de Ron Perlman, se tornou um personagem com a cara do cinema de ação atual. Depois da ótima recepção de seu primeiro filme, ele retorna à carga com Hellboy II – O Exército Dourado. Além de grandes níveis de ação, o longa traz um subtema explorado com impacto e excelência pelo diretor Guillermo Del Toro: a relação entre o ser humano e a natureza.

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Definitivamente, existe esse tema na minha obra ficcional que possibilita ao personagem atravessar um portal e chegar a outro lugar que, embora semelhante ao nosso, seja totalmente diferente – Neil Gaiman

Entrevistar Neil Gaiman sempre foi um sonho. Livros como Deuses Americanos, Os Filhos de Anansi e o desbunde visual de Stardust, ao lado de Charles Vess, foram alguns dos títulos que marcaram minha vida e carreira, isso sem contar Sandman. Tudo, claro, por conta do jeito como Gaiman consegue retratar o mesmo tema (na maioria dos casos) com vitalidade e maestria. Confesso que quando recebi o email convidando para a junket de lançamento de Coraline fiquei bastante ansioso, afinal, Neil Gaiman estava entre os presentes e, se fosse aprovado, realizaria mais um sonho.

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Coraline

Coraline representa um momento especial na carreira cinematográfica da obra de Neil Gaiman que, finalmente, recebe a atenção necessária e se traduz com maestria e fábula visual.

Há algo único no estilo de Neil Gaiman, algo quase mágico. Repletos de jornadas transformadoras, visões diferentes do marasmo do dia-a-dia e desafios ao mais valente dos leitores, seus livros fazem por merecer o culto e os ótimos resultados nas vendas, porém, a transposição para outras mídias – especialmente o cinema – ainda não havia sido capaz de fazer jus aos méritos literários. Até agora. Até a estréia de Coraline e o Mundo Secreto. O termo fabuloso cabe perfeitamente para definir esse longa-metragem stop motion que mescla toda a fábula transformadora de Gaiman com o maravilhamento visual promovido por Henry Selick (O Estranho Mundo de Jack), especialmente na versão 3D.

“Fazer um filme desse tipo em 3D é algo inigualável, pois o stop motion é um dos poucos estilos que merece essa sensação de profundidade e realismo”, comenta Henry Selick com exclusividade ao SOS Hollywood e à Sci-Fi News. “O que faço é diferente de toda essa animação por computador. Cada personagem, peça e elemento de cenário realmente existe, então poder incorporar essa noção de que há algo atrás dos personagens e coisas é um sonho se tornando realidade.” E ele não poderia estar mais certo, entretanto, um elemento adicional fez toda a diferença em Coraline: a bela trilha sonora do francês Bruno Coulais.

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Ufa, o dia mal começou e já estou cansado só de pensar. Agora cedo tem Michael Sheen e Rhonda Mitra por Anjos da Noite – A Rebelião, também conhecido como Underworld – Rise of the Lycans. Essa pancadaria entre lobisomem e vampiro já encheu um pouquinho, mas vamos nós. Bom vai ser falar com o Sheen sobre Frost/Nixon, então vai valer a pena.

O engraçado vai ser de tarde, depois disso, ter que encarar uma long lead (exibição antecipada) de Fast and Furious. Gostei muito do primeiro, não reclamo do segundo, mas daí pra frente foi só medo. O filme de Tóquio é uma porcaria sem tamanho, peloamordeYoda. Bom, isso significa conhecer Vin Diesel, Paul Walker e Jordana Brewster. Aliás, ela sabe português? Descobrirei in locu!

Contei que vi Coraline e entrevistei Neil Gaiman no fim de semana? Ah é, foi o post que o wordpress resolveu comer. Coraline é fabuloso, até a Ariel adorou! =D A entrevista com o Gaiman, putz, sem comentários. Fabulosa!

Confira um trailer do filme, recomendado pelo próprio Gaiman:

Hellboy II

A Universal Pictures começa a se mover com força e impacto em 2008. A primeira grande notícia é a assinatura de um contrato de 3 anos para produções conjuntas envolvendo todos os personagens da Dark Horse Comics e possíveis adaptações para cinema, TV e DVD. Um dos motivos do contrato é a proximidade com o lançamento de HellBoy 2: The Golden Army, dirigido por Guillermo Del Toro, e a possível exploração do personagem que já fez sucesso com seu primeiro filme, mas foi produzido pela Revolution.

De acordo com o presidente e fundador da Dark Horse, Mike Richardson, o fato de vários projetos já terem sido bancados pela Universal e o desejo de terem uma “casinha” para seus produtos foram fundamentais para fechar o acordo. Quem não vai ficar feliz com a história são os outros estúdios que já assinaram co-produções com a DH, como a Warner, que já emplacou filmes como 300 e O Máscara; a Sony, dona de 30 Dias de Noite; e a Fox, que bancou Alien Vs. Predador. O mais preocupante no momento é a história da continuação para 300, já mencionada por Mark Canton aqui, mas que estava vinculada diretamente à Warner. Embora não exista no formato quadrinho, esse novo filme ainda pode mudar de mãos graças a contratos de direitos autorais e patentes ligados à DH. Fiquemos de olho.

Outra faceta do acordo são os projetos diretos para DVD, que também serão distribuídos pelo braço de home entertainment da Universal. O interessante é que, agora, ninguém mais chega perto dos trabalhos de Neil Gaiman, Frank Miller, Mike Mignola, Gerard Way e Will Eisner. Pelo menos pelos próximos 3 anos. Planos para TV também estão incluídos, mas nada anunciado.

Enquanto isso, no Brasil, é cada vez mais próximo o momento da separação entre Paramount e Universal. As empresas terão seus braços cinematográficos oficialmente encerrados em novembro desse ano e, em 2009, a Universal Pictures passa a trabalhar autônoma em território brasileiro, o que pode ser uma boa notícia para o consumidor final, uma vez que, com mais um “competidor”, o mercado precise se mobilizar para não perder terreno.

A cisão é estruturada e vem acontecendo nos últimos anos. Sem motivo de pânico para a Paramount, que está bem das pernas esse ano, especialmente com o sucesso de Cloverfield e os blockbusters Indiana Jones IV e Homem de Ferro. Ela briga com ela mesma no quesito grandes heróis do ano. E tem um line up de fazer inveja. Grande ano para a companhia.