Posts com Tag ‘Max Payne’

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PG-13? Cópia vazada na internet? Sem sangue? Distribuição da Fox? Eu passo!

Adoro o Wolverine, foi o único quadrinho que já colecionei de forma séria e sistemática. Gosto do Logan nos filmes dos X-Men, mas vou ignorar esse filme. Primeiro por ser Fox. Esse estúdio faz de conta que eu não existo, logo, farei de conta que eles não existem. Depois por conta do filme ter “vazado”, que nada mais foi do que uma tentativa furada de atrair mais atenção ao longa X-Men Origens – Wolverine. E, por fim, pelo filme ter sido feito para censura PG-13.

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PG-13? Cópia vazada na internet? Sem sangue? Distribuição da Fox? Eu passo!

Adoro o Wolverine, foi o único quadrinho que já colecionei de forma séria e sistemática. Gosto do Logan nos filmes dos X-Men, mas vou ignorar esse filme. Primeiro por ser Fox. Esse estúdio faz de conta que eu não existo, logo, farei de conta que eles não existem. Depois por conta do filme ter “vazado”, que nada mais foi do que uma tentativa furada de atrair mais atenção ao longa X-Men Origens – Wolverine. E, por fim, pelo filme ter sido feito para censura PG-13.

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SOS Hollywood [Cast] – Max Payne

Publicado: 22/11/2008 em Cinema
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Nessa primeira edição do SOS Hollywood [Cast], Fábio M. Barreto fala sobre Max Payne — o filme, as entrevistas e até um pouco sobre o clima nas gravações de Prison Break, que ele presenciou nos estúdios da Fox.

Atualização:
Obrigado, Borbs pela edição e publicação! Só lembrando que esse material foi gravado pouco depois da estréia nos Estados Unidos. Os próximos serão mais “atuais”. Enviem perguntas e sugestões para os próximos, por favor!

     

    icon for podpress  SOS Hollywood [Cast] #01 [19:07m]: Download

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Max Payne: Frustrou!

Publicado: 22/11/2008 em Cinema, Críticas
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Infelizmente, a promessa de “viver Max Payne” continua possível apenas no vídeo game.

Max Payne me frustrou. Estive em San Diego, na Comic-Con, e fiquei simplesmente alucinado com as cenas de ação, a falação sobre a tal Ghost Cam e toda a preocupação para fazer do filme a mãe das adaptações dos games para o cinema. Não foi nada disso e olha que a força de vontade era grande para gostar, especialmente por ter de entrevistar o Mark Wahlberg no dia seguinte. O roteiro tem uns disparates e seus bons momentos, mas não justifica tudo que foi falado a seu respeito. Sabe a história de que o trailer é mil vezes melhor que o filme? Bem, no meu caso, o material da Comic-Con mostrou tudo e o filme pronto não manteve o clima prometido.

Perguntei a vários amigos: você espera drama com ação / ação com drama / ou um montão de ação? Os mais velhos responderam a opção um, enquanto a galerinha queria era sangue! Confesso que fiquei no meio termo, querendo uma boa condução da história – já a trama está pronta há anos – e pancadaria sem dó nem piedade. Nem 8, nem 80. Fica ali no meio, com Max Payne mostrando para todo mundo que não liga para nada além de descobrir quem mandou a família para o beleléu.

Quer dizer que é ruim? Quer dizer que o filme ficou esquisito sob o aspecto de ação, pois as cenas são absurdamente doidas e a presença das Valquírias – aqueles seres assombrosos que aparecem nos trailers – cria um clima muito pesado. Por outro lado, porém, Payne parece um incompetente que investigou o mesmo caso por anos e só conseguiu chegar a algum lugar quando a Mona Sax – Mila Kunis – aparece na vida dele. Aliás, Olga Kurylenko, a nova Bond Girl também dá as caras, mas foi praticamente um bico filmado em três dias. Gata, misteriosa e logo sai de cena.

John Moore se defendeu dizendo que não queria exageros em termos de ação para não ter um Mandando Bala em suas mãos. Concordo com ele. Exagero enjoa, mas criar a tal da Ghost Cam – que filma 1000 quadros por segundo – e fazer três ou quatro boas cenas de ação não faz sentido. A cena em que Max Payne confronta um time da SWAT é bem interessante, mas não cumpre a promessa de “fazer o espectador entrar na pele de Max Payne”. Aliás, em apenas uma oportunidade a câmera é transportada para a ponta da espingarda do personagem e podemos sentir a alucinação dentro daquele mundo de extremos.

Todo o clima é acentuado com a presença de uma droga criada com fins militares e responsável pela criação de um tipo de supervilão com síndrome de superser. Claro que a tal droga está ligada à morte da família de Payne, mas é em sua composição conceitual que está a coisa mais interessante do filme: as Valquírias. As famosas criaturas da mitologia nórdica surgem como as responsáveis por recolher os guerreiros mortos em batalha, ou seja, os dignos de viver entre os deuses em Valhalla na próxima vida. No filme isso se traduz como um efeito da droga, uma vez que seus usuários conseguem vê-las.

Tudo ganha tons de batalha entre o Bem e o Mal. Claro, faria sentido caso houvesse limites para Max Payne. Ele dita as regras e ignora qualquer sinal de bom senso ou segurança para quem o certa. E é justamente esse sujeito extremo que perde tempo demais falando e pensando, em vez de agir de forma mais efetiva. Curioso notar que num filme tão “intenso”, falte sangue. Há muitas mortes, mas pouco sangue. Também há um bom número de personagens descartáveis e fora de tom ali. Logo de cara, um novato na delegacia aprende sobre a realidade de Payne. E some. Mais tarde, um líder criminoso a là Djimon Honsou em Constantine aparece, diz uma ou duas frases de efeito, e desaparece.

A impressão de que houve muito cuidado com o aspecto visual ao custo de mais preocupação com uma história capaz de se diferenciar de todos os outros filmes de “vingadores justiceiros” que o cinema entregou na última década. Existe toda a empolgação por conta do game, por finalmente vermos uma boa adaptação, mas tudo isso cai por terra. Max Payne é tecnicamente bem feito, mas faltou algo. Talvez autenticidade na atuação de Mark Walhberg, talvez roteiro mais conciso ou talvez um simples toque a mais de ação e objetividade.

Infelizmente, a promessa de “viver Max Payne” continua possível apenas no vídeo game. Quem sabe arrumam isso na seqüência, que vai rolar – fiquem após os créditos para conferir – em breve. É legal, mas não convence. Diferente do que disseram na Comic-Con, não foi Max Payne e nem Medium Payne. Foi, no máximo, Payne.

Sou uma pessoa de extremos. Posso ser bastante intenso ou bastante bobo. Acho que depende da hora do dia (risos)

LOS ANGELES – Ele já foi garoto-propaganda da Calvin Klein, músico e cresceu num dos piores subúrbios dos Estados Unidos, mas hoje é um dos atores mais famosos de Hollywood. Produtor da série Entourage, Mark Wahlberg registrou mais um megassucesso de bilheterias com Max Payne, que estreou em primeiro lugar nos Estados Unidos e chega, nesta semana, aos cinemas brasileiros com a adaptação de um dos mais famosos jogos de computador da história.

Em entrevista exclusiva, o astro falou sobre o novo filme, família, perspectivas de filmar no Brasil e o futuro de sua carreira, que pode estar bem próxima do final. Gente boa e de repostas curtas, Wahlberg é igualzinho à caricatura que o SNL fez dele pouco antes da estréia nos Estados Unidos.
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Demorou para que muitas de nós (mulheres) assumíssemos e também para que o resto dos jogadores percebesse que brigamos de igual para igual no mundo dos games

LOS ANGELES – Mila Kunis está muito distante da imagem da bobinha Jackie em That 70’s Show. Madura, mais bonita e muito séria em cena, Kunis aparece como a letal Mona Sax, na adaptação do jogo Max Payne para as telas de cinema.

A atriz é viciada confessa em video games, está feliz da vida em seu relacionamento amoroso com Macaulay Culkin (companheiro amoroso e nas campanhas de RPG no computador) e pretende seguir sério na carreira de cinema.

Essa foi a segunda vez que encontrei com Mila Kunis. Na primeira ocasião, fui um dos assessores de imprensa que a levou ao Brasil para divulgar That 70’s Show – que adoro, aliás – e claro que isso rendeu boas risadas antes do início da entrevista, afinal, ela passou de menina alopradinha a atriz cheia da grana em alguns anos. E o meu salário, ó! hahah Conversamos sobre Max Payne, filmes e, claro, video games. Confira!
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Espero que ninguém apareça na minha porta às 4 da madrugada gritando: você acabou com o meu jogo, seu imbecil! (risos)

LOS ANGELES – John Moore é um sujeito sem restrições. Encarou dirigir o remake de A Profecia e, depois, meteu as caras em Max Payne, adaptação do jogo para computador homônimo para o cinema. Chamou Mark Wahlberg para o papel principal, inventou novos modos de filmar cenas de ação e, ainda por cima, armou tudo para um segundo filme. Nada que um irlandês nato não seja capaz de fazer, claro, xingando adoidado, na defesa de seu ponto de vista e disposto a fazer filmes divertidos.

Encarei o sujeito em duas oportunidades em Los Angeles pouco antes da estréia de Max Payne nos cinemas norte-americanos, onde entrou em cartaz em primeiro lugar, embora seja um filme rapidamente esquecível.
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