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Johnny Depp (c) 2009 - Fabio M. Barreto

Johnny Depp recebeu este correspondente para falar sobre Inimigos Públicos, mas, claro deu uma pincelada no aguardado Alice no País das Maravilhas

Ontem, o mundo foi apresentado ao visual do Chapeleiro Maluco, personagem original de Lewis Carroll e adaptado para o cinema por Tim Burton. Johnny Depp é o homem por trás da criatura. Em entrevista realizada na manhã ensolarada de Los Angeles, no hotel Four Seasons, Depp falou à revista Sci-Fi News/SOS Hollywood, sobre Inimigos Públicos e, claro, não podia perder a chance de falar sobre o próximo personagem. Confira a leitura de Depp, sobre Alice no País das Maravilhas:

“Busquei referência principalmente no livro. O Chapeleiro sempre me fascinou por conta de alguns detalhes que pouca gente percebe”, disse Johnny Depp a este correspondente. “Por exemplo, ele diz que ‘investiga coisas começadas pela letra M’. Fui buscar informações sobre isso, as razões para essa menção curta e simples, mas muito intrigante, e descobri que o Mercúrio presente na cola usada pelos chapeleiros tinha poderes alucinógenos e, por isso, criou-se a expressão ‘as mad as a hatter’/’tão louco quanto um chapeleiro’. Eles piravam por causa disso. Estudei cada uma dessas minúcias, então rascunhei minha idéia visual; Tim [Burton] mostrou os rabiscos dele, e foi engraçado ver que pensamos em coisas muito próximas (risos).”

chapeleiro maluco

A entrevista completa, você confere na Sci-Fi News de agosto e, claro, aqui no SOS Hollywood.

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Como vocês viram aqui, estrevistei Kiefer Sutherland pelo filme Espelhos do Medo. Embora a entrevista exclusiva esteja nas páginas da Sci-Fi News de outubro, já nas bancas, gostaria de compartilhar algumas das perguntas com vocês. Com vocês, Jack Bauer! =D

O conceito de Espelhos do Medo reflete mais a idéia assustadora de Nietzsche ou a fantasiosa de Lewis Carroll?
Qualquer uma das duas assusta bastante, se analisarmos com calma. Espelhos sempre carregam esse estigma de portais ou símbolos de dualidade, mas toda vez que se busca muito por um novo sentido ou algo oculto, o resultado não é dos melhores. De qualquer forma, sempre vi esse filme muito com um drama focado na família, então, se estamos falando em dualidade, devemos olhar para as duas realidades que essas pessoas vivem. A idéia de que entre os dois lados de qualquer história sempre mostra a verdade no meio do caminho sempre me interessou, gosto de trabalhar isso. Confesso que depois de tudo isso não consigo olhar para um espelho antes de pensar duas vezes e há mais coisas para se ter medo do que se ele olhar de volta ou se um coelho maluco aparecer do outro lado.

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