Posts com Tag ‘Kiefer Sutherland’

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Em que outro lugar do mundo você vai ao supermercado e encontra um hobbit famoso? Só em Hollywood mesmo!

Sai agora pouco para comprar tacos – ueba! – e passei no Albertons (o mercado) da vizinhança para pegar dinheiro.  Adivinha quem estava no caixa, pagando sua conta?

Meriadoc Brandebuque, ou melhor, Dominic Monaghan, ator que interpretou o hobbit mais cabra macho da Trilogia do Anel, de O Senhor dos Anéis, e também Charlie, em Lost!

O cara percebeu que foi reconhecido. Bom, devo ter feito uma cara de surpresa muito engraçada e descarada. Mas é a vida. Liguei pra Lu na hora, afinal, ela nunca encontra ninguém no mercado e eu trombo com meio mundo. No caixa [oi Nathan Petrelli!], na fila da tiazinha do Taco [oi Rachel Bilson] e na cafeteria [oi Kiefer!], mas ela não dá sorte.

A moça do caixa estava rindo muito com ele, logo, justo apostar em sua simpatia. Saiu sorrindo, olhando pra mim meio que – será que ele vai falar comigo, ou não? – e passou na boa. hehehe. Não gosto de abordar o pessoal, normalmente deixo meu lado fã guardado em casa, mas acho que ainda estou sofrendo os efeitos de Jimmy Page. =D

Ele é tampinha mesmo. Achei que parecia pequeno por atuar perto de gente alta, tipo Matthew Fox ou o Viggo Mortensen, masé baixinho mesmo. Seu estilo visual se aproxima muito com o Charlie, de Lost, com direito a bracelete, camisa de rock [amarela], calça cargo e cabelinho bem curto. É sempre interessante ver os atores em seu “habitat natural”, dá pra sacar quem é estrelinha e quem não é. hehe.

Agora, me diz, por que aqueles óculos do Will Smith, em Eu Sou a Lenda, não estão disponíveis? É tudo que eu precisava, óculos com câmera para gravar tudo que eu vejo. Seria uma ótima ferramenta de trabalho e, acima de tudo, para registrar momentos como esses para a eternidade. Nem que seja só no meu computador e sem uso profissional. Desejo de consumo: óculos com câmera!

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Nova animação da DreamWorks promete muita ação, mas nem mesmo uma técnica 3D impecável salva o roteiro de ser fraco e focado num drama existencial feminino.

Alienígenas invadem a Terra. Nossas armas são inúteis. E a única saída é convocar os Monstros, armazenados na Área 51, para nos defender. Junte tudo e se prepare para uma grande comédia de ficção científica, com formidável elenco de vozes, incluindo Hugh Laurie, Seth Rogen e Kiefer Sutherland. Some à fórmula uma das melhores execuções de criação em 3D, que beira o brilhantismo. Porém, nada disso ganha força necessária perante um roteiro que sofreu inúmeras mudanças ao longo de seu desenvolvimento no qual Monstros e Alienígenas são apenas acessórios para um conto sobre autodescoberta e amadurecimento pessoal.

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(blogando diretamente do Four Seasons Hotel, em LA)

Hoje aconteceram as entrevistas de Monstros vs. Alienígenas. Por alguma questão de data, em vez de mesas de entrevistas, rolaram várias coletivas de imprensa com os atores e uma mescla entre jornalistas locais e internacionais. Em pares, o pessoal falou por volta de 30 min sobre o filme e tudo mais, porém, como de costume, a assessoria pedia para “não fazer perguntas pessoais”. Isso sempre me lembra da entrevista com David Duchovny, quando não podíamos fazer nem perguntas pessoais e nem sobre o filme. Então, sobre o que falar? Churrasco, claro! =D

Bem, os gringos reclamaram muito, pois algumas pessoas “descumpriram” a regra com Seth Rogen e Reese Whiterspoon, a primeira dupla do meu grupo. ENTRETANTO, os mesmos caras que reclamaram, foram os que dispararam para a mesa pedindo para tirar fotos, autógrafos em action figures, DVDs, pôsteres e outros colecionáveis e, adivinhem, fazer perguntas pessoas e tentar uma “exclusiva”.

Foi engraçado ver isso acontecer, pois eles sempre reclamam dos jornalistas “importados”, afinal, quando estamos presentes, eles tem menos chance de perguntar sobre algum político que nunca ouvimos falar, ou fazer alguma piada interna sobre uma cidadezinha em que nunca pisaremos (nesse caso, Fresno e Modesto, que ficam na área de São Francisco).

Entrevistas foram bacanas, mesmo com o surto de tietagem, pois é sempre bom ver como os atores ficam mais à vontade quando os jornalistas “domésticos” estão por perto. Curioso analisar essas diferenças, afinal, por melhor que seja o nosso inglês – tirando a Giovanna, claaaaro! – eles se sentem mais em casa.

Seth Rogen é engraçadão, Kiefer lembrou de mim (ai que chiqueeee!) e Reese Whiterspoon continua nanica e Hugh Laurie, o segundo melhor do elenco, depois do Seth, não participou. Peninha. Adoraria conhecer o House. hehe.

Bom, é isso. Hora de voltar ao trabalho. The Unborn, incluindo entrevista com Odette Yuztman, e minha megabogaexclusiva com Zachary Quinto na pauta do dia. Ôe!

Longa-metragem de duas horas retoma o melhor estilo de Jack Bauer ao dar o pontapé para a nova temporada com direito a conflito na África, maracutaias presidenciais e um novo vilão no meio disso tudo.

Jack Bauer quebrou tudo em seu retorno às telinhas. Esse é o sentimento causado por 24: Redenção, que redimiu tanto o personagem quanto a criticada equipe de roteiristas depois da sexta-temporada. A melhor definição para o telefilme de duas horas vem diretamente de Kiefer Sutherland, em entrevista ao SOS Hollywood, “24 at its best” (é 24 Horas no melhor de sua forma). E é impossível discordar dessa avaliação, especialmente depois de ver Jack Bauer peitando milícias africanas, defendendo crianças com a própria vida e mostrando que não abandonou sua humanidade.

A exibição de 24: Redenção foi o primeiro grande momento do domingo passado, que também marcou o final da primeira temporada de True Blood. Depois de um mês de propagandas pesadas e de tratamento de filme de cinema para essa estréia tardia em termos de temporadas norte-americanas, a Fox conseguiu ótimo resultado de audiência e mostrou inteligência ao lançar o título em DVD dois dias depois da estréia.

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Como vocês viram aqui, estrevistei Kiefer Sutherland pelo filme Espelhos do Medo. Embora a entrevista exclusiva esteja nas páginas da Sci-Fi News de outubro, já nas bancas, gostaria de compartilhar algumas das perguntas com vocês. Com vocês, Jack Bauer! =D

O conceito de Espelhos do Medo reflete mais a idéia assustadora de Nietzsche ou a fantasiosa de Lewis Carroll?
Qualquer uma das duas assusta bastante, se analisarmos com calma. Espelhos sempre carregam esse estigma de portais ou símbolos de dualidade, mas toda vez que se busca muito por um novo sentido ou algo oculto, o resultado não é dos melhores. De qualquer forma, sempre vi esse filme muito com um drama focado na família, então, se estamos falando em dualidade, devemos olhar para as duas realidades que essas pessoas vivem. A idéia de que entre os dois lados de qualquer história sempre mostra a verdade no meio do caminho sempre me interessou, gosto de trabalhar isso. Confesso que depois de tudo isso não consigo olhar para um espelho antes de pensar duas vezes e há mais coisas para se ter medo do que se ele olhar de volta ou se um coelho maluco aparecer do outro lado.

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Para quem acompanha, aí vai a capa da Sci-Fi News de outubro, edição 128!

Assinei a matéria de capa e também fiz uma bela entrevista com Kiefer Sutherland, pelo filme Espelhos do Medo, que aliás, é MUITO BÃO!

Outras entrevistas:
Mary Costa – dubladora da princesa Aurora, em A Bela Adormecida;
Anna Faris – hilária em A Casa das Coelhinhas, que estréia amanhã;
e mais fotos da visita exclusiva ao Stan Winston Studios, já que a Sci-Fi foi a única revista – o Omelete é portal – a ter acesso ao galpão dos sonhos.

Mês que vem tem mais!

Como vocês leram aqui, fiz uma longa entrevista exclusiva com Kiefer Sutherland há algumas semanas e consegui um material muito bom com o sujeito. Entretanto, além da matéria exclusiva que os leitores da Sci-Fi News vão conferir no mês que vem, também estreei como entrevistador de TV e o resultado está aí embaixo.

A reportagem foi exibida pelo programa Metrópolis, da TV Cultura, na semana passada, mas como o aviso chegou tarde demais não consegui assistir pelo streaming do site oficial, muito menos avisar vocês.

Foi uma experiência muito boa e, em breve, mais reportagens vão para o ar. Tem muita coisa boa acontecendo e o momento é um dos mais felizes da minha vida pessoal e profissional, o que é ótimo para garantir um bom trabalho. Foi só minha família chegar aqui que tudo começou a melhorar, impressionante. Ô fase boa!

Para completar, a Domingas Person ainda me apresentou! Cool! OIDÔ! o/

Quando Espelhos do Medo (Mirrors) estrear, vou publicar um trecho da entrevista aqui e crítica lá no Judão, mas, enquanto isso, apertem o play aí embaixo!

(c) Metrópolis