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Posso sair na rua agora, falar com meia dúzia de pessoas e alguém vai filmar e colocar no YouTube em menos de 5 minutos. Tudo é mais fácil para os fãs hoje – Andy Serkis

Dois vilões distintos, dois livros fantásticos e um só ator. Andy Serkis deu vida a Sméagol e Gollum em O Senhor dos Anéis e agora encarna outro psicopata alucinado em Coração de Tinta, filme no qual interpreta Capricórnio. Fui até Londres conversar com o ator que recriou King Kong e, em breve, estará nas telas com As Aventuras de Tin Tin.

De onde você tira toda essa intensidade para seus personagens?
Vou meio para o tudo ou nada. Acho que se não me transporto para cada personagem, não vou ficar satisfeito com o trabalho e estar ali deixa de ter sentido. É uma espécie de modo de trabalho capaz de aplacar minha própria necessidade por motivação. Nunca farei um filme só por fazer. Preciso estar 100% envolvido com aquela situação. Mas muito disso se faz necessário para o personagem, por exemplo, Capricórnio é um sujeito movido pela vingança contra um mundo no qual ele não passa de um mau-feitor sem futuro, assim como muitos ditadores. A maioria deles foram subestimados ou ignorados, então a resposta sempre surge com força no outro extremo. Ele é motivado pelo medo, mas, no fundo, teme perder seu poder e, com isso, voltar a ser um Zé Ninguém. Assisti muitas coisas de Adolph Hitler para ajudar a compor Capricórnio.

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Comédia com Jack Black e Mos Def relembra os tempos do VHS e, meio que sem querer, critica a massificação do cinema.

A demora da estréia de Rebobine, Por Favor (Be Kind, Rewind) no Brasil tem um bom motivo. Por mais que a idéia por trás de um trio de desesperados que começa a refilmar filmes famosos “nas coxas” para atender aos clientes de uma pequena locadora de VHS seja legal, o público habitual de Jack Black não deve nem saber o que fazer com uma fita de vídeo. Justamente por isso, o mercado ficou um tempo sem saber o que fazer com essa comédia saudosista e, em certo ponto, profunda que já nasceu meio cult.

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Eles são atores tirando sarro de atores e não estão nem aí por criticarem a si mesmos. Trovão Tropical chegou para chacoalhar o mercado!

Trovão Tropical faz rir. Ponto. Por ser uma comédia, não precisaria ir além disso, mas, sob a batuta de Ben Stiller – que estrela e dirige o longa-metragem –, acaba criticando a classe artística de Hollywood e sobra para todo mundo. Stiller se destaca como o sem-noção que tenta salvar a carreira, enquanto Robert Downey Jr., atuando como “negão”, força tanto na gíria e no perfil “downtown LA” (acho que ele é parente do LeBrown, sei não), que nem mesmo o resto do elenco entende o que ele diz. Jack Black é o ponto fraco. Totalmente descartável e sem estilo, ele só ocupa espaço do que poderiam ter sido boas piadas. Adoro o Jack, mas ele começou a me deixar com a pulga atrás da orelha. Será que ele sempre foi tão repetitivo assim e só agora estou me tocando? Humm.

Cercado de polêmica – negros e grupos ligados a deficientes mentais protestando contra os exageros –, o filme é lotado de referências a clássicos de guerra, com direito a remake de cenas de Platoon, e mostra como a química entre o alucinado Downey Jr. e Ben Stiller, em mais um bom momento, funcionou muito bem. Além de tudo isso, Tom Cruise – mais doido que o normal – pinta e borda como um executivo de estúdio sem o menor escrúpulo. É um dos mais engraçados da temporada e não dá a mínima para a opinião dos críticos.

Bastante efetivo nas bilheterias, Trovão Tropical depende exclusivamente de seu elenco, que se auto-avacalha sem o menor problema. Entretanto sua melhor arma é Ben Stiller, que se mostra competente no comando e, diferentemente de seus companheiros, consegue separar as piadas das respostas conceituais quando fala de seu mais querido filho. O lançamento em Los Angeles foi uma zona por culpa do trio de estrelas, que não para de falar besteira e não deixou Ben Stiller em paz, mas, mesmo assim, alguma coisa se salvou no meio da bagunça!

Contém spoilers
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Nunca ri tanto na minha vida com um vídeo do YouTube. Tenacious D é aquela banda que você gosta, ri e precisa pensar muito bem antes de mencionar o fato para alguma outra pessoa, afinal, nem todo mundo conhece e os “roqueiros xiitas” acham ruim por ser o Jack Black. Danem-se eles!

Estava assistindo trechinhos do Tenacious D – Uma Dupla Infernal (Tenacious D – The Pick of Destiny) e me deparei com esse vídeo, que mostra o Gollum fazendo um dueto impossível e alucinante com o Jack Black ao vivo. Isso mesmo, Gollum, ou melhor, Andy Serkis arrepiando ao vivo. Faz uma meia hora que vi pela primeira vez e ainda estou rindo! Ah e, se alguém tem dúvidas, esse filme JÁ FOI lançado em DVD no Brasil, viu? Foi pela PlayArte, com partipação deste que vos escreve e do El Cid, quando trabalhávamos juntos na distribuidora.

Cliquem e se divirtam! Lu, essa é para você! =D

Ah e não percam o tempo vindo aqui dizer que isso é velho que já viu em algum daqueles blogs que só sabem copiar coisas e vivem do que os outros fazem. !hahah! Eu sei que deve ser velho!

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There’s no charge for awesomeness! E ele é DEMAIS! Mesmo! É ele! O Panda!

LOS ANGELES – A briga pela liderança qualitativa da animação se desenrola pesadamente há anos. Pixar batendo de um lado, DreamWorks respondendo do outro, e, vez ou outra, uma terceira aventureira pinta na área e acerta um hit. A franca vantagem da Pixar, porém, é latente e fica a cargo das demais companhias correrem atrás do prejuízo. Shrek tinha sido, até agora, a maior afronta à hegemonia, porém, Kung Fu Panda define um novo padrão na briga pelo segundo lugar. Com bom-humor e excelência técnica, a nova animação que chega aos cinemas brasileiros amanhã já arrepiou nas bilheterias norte-americanas e deve repetir a dose no Brasil!

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LOS ANGELES – Jack Black sempre foi engraçadão. Depois de Escola de Rock e Tenacious D – Uma Dupla Infernal não sobrou mais nenhuma dúvida. Ele é um cara bacana, mas fica se esforçando para fazer caretas enquanto fala. O que me tirou o foco um pouco, pois eu acabava rindo, mas foi sossegado. Entrou na sala comendo e até ofereceu! o_O Ele arrebenta em Kung Fu Panda e, em breve, vem por aí com Tropic Thunder!

Confira o bate-papo com Jack Black! Sem muita enrolação hoje! =D

Qual é a melhor parte de se trabalhar numa animação?
É uma delícia. Você vai até o estúdio vez por mês, trabalha três ou quatro horas. Nada de maquiagem. Chega ao meio-dia (cara muito feliz). Faz a dublagem. E está tudo no script, mas dá para improvisar um pouco. É divertido.

O que você sente ao ver aquele panda como sua representação na tela?

Raiva. É como se ele tivesse roubado minha alma! Hahaha!

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Kung Fu Panda: [Eu vi]

Publicado: 05/06/2008 em Cinema
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Dentro de algumas horas parto em direção ao Grauman’s Chinese Theatre para acompanhar a première de Kung Fu Panda, de Jack Black!Kiaiiiiiiiiiii!

Como vocês sabem, vi uma prévia do filme há alguns meses e curti bastante a animação e, especialmente, o Po (personagem principal). Li boas críticas de quem já viu em Cannes, mas não sei o que o resto dos correspondentes achou. Vou assuntar hoje! Vamos ver se o positivismo continua! No máximo amanhã solto a crítica!

Não acho que seja apenas um filminho bobo com animais falantes. Capturou bem o espírito dos filmes de Kung Fu. Curiosamente, assisti a The Forbidden Kingdom e muita coisa mostrada em Kung Fu Panda aparece ali, também com um certo bom-humor. Filme de luta é sempre interessante! com ou sem Pandas Gorduchos e Gulosos! :p

Agora o mais lesgal é que no próximo domingo assistirei ao Incrível Hulk! E, na segunda, entrevisto o diretor do firme, Louis Leterrier. É o mesmo diretor do Carga Explosiva, que eu curti, mesmo com aquele monte de idéias impossíveis e absurdas acontecendo ao mesmo tempo. Entretanto, não estou empolgado com esse Hulk de Edward Norton. Os vídeos não funcionaram para mim e estou com uma sensação esquisita.

Em tempo, devo dizer que gostei do Hulk do Ang Lee. Ótimo filme sobre a essência de um monstro. Pode não combinar com Hulk, mas fez sentido como peça cinematográfica. Enfim, domingo falo mais dele.

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ATUALIZAÇÃO:

There’s no charge for awesomeness!
– Pô

Vou deixar a crítica para depois, mas, seguinte: O filme é muito, mas muito hilário! Não ria assim há anos. Beira a genialidade!!!!

Adorei!

As cenas de luta são ótimas, a comédia funciona do começo ao fim e o elenco de vozes é show de bola!!! Efeitos muito bem feitos. Nossa, não consigo encontrar nenhum ponto para criticar negativamente.

Bom, o negócio é o seguinte: Panda é ASSAZ de legal! 😀 Um abraço para todos os outros animais digitais, ninguém se compara ao lorde supremo Pô!

KIAAAAAAAAAAAAA… ai ai ai minhas costas!