Posts com Tag ‘Guillermo Del Toro’

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Filme estrelado por Hugh Jackman fatura alto nas bilheterias, causa furor jornalístico, mas não fez mais que a obrigação.

É praticamente impossível encontrar um veículo de imprensa que não estampe a notícia de que X-Men Origens: Wolverine foi o campeão de bilheterias do fim de semana, com cerca de US$ 87 milhões. Massacrado pela imprensa mundial, feito para atrair jovens espectadores e dono de uma das maiores campanhas publicitárias do ano, o filme estrelado por Hugh Jackman teve vida fácil em sua estréia, pois precisou vencer uma comédia boba e pequena da New Line, Ghosts of Girlfriends Past, e um thriller sensual Obsessão, estrelado por Beyonce e Ali Larter. Convenhamos, Wolverine lutou contra o vento em sua abertura. Mas pouca gente parou para pensar no real significado dessa bilheteria.

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Guillermo Del Toro é competente, tem um bom elenco e uma história complexa nas mãos. Pancadaria e mitologia se misturam na segunda aventura do Vermelhão.

A chegada de Hellboy aos cinemas provou o carisma do herói infernal que, com a ajuda de Ron Perlman, se tornou um personagem com a cara do cinema de ação atual. Depois da ótima recepção de seu primeiro filme, ele retorna à carga com Hellboy II – O Exército Dourado. Além de grandes níveis de ação, o longa traz um subtema explorado com impacto e excelência pelo diretor Guillermo Del Toro: a relação entre o ser humano e a natureza.

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Guillermo Del Toro é competente, tem um bom elenco e uma história complexa nas mãos. Pancadaria e mitologia se misturam na segunda aventura do Vermelhão.

A chegada de Hellboy aos cinemas provou o carisma do herói infernal que, com a ajuda de Ron Perlman, se tornou um personagem com a cara do cinema de ação atual. Depois da ótima recepção de seu primeiro filme, ele retorna à carga com Hellboy II – O Exército Dourado. Além de grandes níveis de ação, o longa traz um subtema explorado com impacto e excelência pelo diretor Guillermo Del Toro: a relação entre o ser humano e a natureza.

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Posso sair na rua agora, falar com meia dúzia de pessoas e alguém vai filmar e colocar no YouTube em menos de 5 minutos. Tudo é mais fácil para os fãs hoje – Andy Serkis

Dois vilões distintos, dois livros fantásticos e um só ator. Andy Serkis deu vida a Sméagol e Gollum em O Senhor dos Anéis e agora encarna outro psicopata alucinado em Coração de Tinta, filme no qual interpreta Capricórnio. Fui até Londres conversar com o ator que recriou King Kong e, em breve, estará nas telas com As Aventuras de Tin Tin.

De onde você tira toda essa intensidade para seus personagens?
Vou meio para o tudo ou nada. Acho que se não me transporto para cada personagem, não vou ficar satisfeito com o trabalho e estar ali deixa de ter sentido. É uma espécie de modo de trabalho capaz de aplacar minha própria necessidade por motivação. Nunca farei um filme só por fazer. Preciso estar 100% envolvido com aquela situação. Mas muito disso se faz necessário para o personagem, por exemplo, Capricórnio é um sujeito movido pela vingança contra um mundo no qual ele não passa de um mau-feitor sem futuro, assim como muitos ditadores. A maioria deles foram subestimados ou ignorados, então a resposta sempre surge com força no outro extremo. Ele é motivado pelo medo, mas, no fundo, teme perder seu poder e, com isso, voltar a ser um Zé Ninguém. Assisti muitas coisas de Adolph Hitler para ajudar a compor Capricórnio.

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Guillermo Del Toro é competente, tem um bom elenco e uma história complexa nas mãos. Pancadaria e mitologia se misturam na segunda aventura do Vermelhão.

LOS ANGELES – A chegada de Hellboy aos cinemas provou o carisma do herói infernal que, com a ajuda de Ron Perlman, se tornou um personagem com a cara do cinema de ação atual. Depois da ótima recepção de seu primeiro filme, ele retorna à carga com Hellboy II – O Exército Dourado. Além de grandes níveis de ação, o longa traz um subtema explorado com impacto e excelência pelo diretor Guillermo Del Toro: a relação entre o ser humano e a natureza.

Já foi publicado no Judão. Quem ainda não leu, pode continuar! (mais…)

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Por favor, não me xinguem. Não desta vez! =D

Fui assistir ao filme Hellboy II – The Golden Army na última quinta-feira, lá no Arclight, o cinema predileto da Paramount em LA. Puxei papo com um casal que ocupou as poltronas ao meu lado e, convenientemente, o sujeito era editor de som da Fox Film. Até pelo fato de estarmos ali para assistir ao segundo filme do Red, falamos muito sobre Del Toro, O Hobbit e dos outros blockbusters nerds. Até que, por alguma razão, Arquivo X – Eu Quero Acreditar entrou em baila.

Pude notar a cara de desânimo do rapaz e aí veio a confirmação sonora:

“Cara, é ruim. O pessoal ficou até desanimado com reação da exibição. O sujeito do marketing ficou constrangido, sério. Claro que os fãs vão adorar qualquer coisa envolvendo aqueles dois [Mulder e Scully], mas é fraco demais.”

Fiquei cabreiro com o comentário. O cara não me conhece, não tinha razão para inventar história e ainda mais da empresa em que trabalha. E, levando em conta o fato de que ele trabalha com filmes, sai pouco para ir ao cinema e se deu ao trabalho de ir até o cinema para assistir Hellboy 2, não se trata de um espectador qualquer e que tenha problemas com o gênero da FC&F. Será mesmo?

Não sei e não compartilho da opinião, afinal de contas, só poderia dizer algo quando assistir ao filme. Pode não ser absolutamente nada, mas achei legal compartilhar isso com vocês.

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Foram dez dias de festival. Mais de 230 filmes. Disputa por ingressos dos favoritos. Mostras internacionais, exibições públicas ao ar livre e profissionais de cinema respirando o mesmo clima durante todo o tempo. Tudo isso dentro de uma minicidade cinematográfica organizada no coração da Westwood Village. Assim aconteceu o Los Angeles Film Festival, um evento anual patrocinado pelo jornal Los Angeles Times, com o objetivo de reforçar a prolífica produção independente de uma Hollywood que o Brasil pouco conhece.

Embora os filmes dos grandes estúdios movimentem a maior parte da renda em Los Angeles, o cinema independente é responsável pelo trabalho de base ao treinar muitos dos profissionais e ao fornecer emprego e renda para empresas menores, como locadores de equipamentos, estúdios de mixagem e tantos outros segmentos que vivem em função do cinema. Com verba menor – mas ainda assim grande para os padrões brasileiros – e apoio de uma cidade que precisa de filmes para sobreviver, a produção independente é ininterrupta. Para este ano, por exemplo, 5000 filmes foram inscritos. 75% foram produzidos em Los Angeles.

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