Posts com Tag ‘Cobertura’

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Morte do cantor foi tão apoteótica quanto seus anos dourados e repercussão encontrou na Internet, seu maior condutor.

Com mais acertos que falhas, sites como TMZ, Twitter e portais substituíram a mídia tradicional no acompanhamento do “11 de Setembro do Pop”, como disse o editor da Rolling Stone Brasil, Pablo Miyazawa. É isso que esse especial, realizado por cinco dos podcasters e jornalistas mais competentes do Brasil, analisa e explica.

Entenda como a morte do ícone mudou muito mais que o mundo da música pela visão de Eduardo Sales, Maira Moraes, Eduardo Moreira e Mafalda e, claro, Fábio Barreto. Essa ediçao do SOS Cast foi fruto de um trabalho hercúleo, detalhado e dedicado de Rocco e Wagner Brito, os dois editores que assinam a edição. Meus sinceros agradecimentos! Sem dúvida, um dos melhores programas até hoje.
PARTICIPANTES

@eduardo_sales (Papo de Gordo)
@maira_moraes (Papo de Gordo)
@oeduardomoreira (FeedbackNews)
@mafaldamonacast (Monalisa de Pijamas)

LINKS RELEVANTES:

Capas de jornais no mundo pelo LA Times (Brasil em Destaque!)
Jordan Chandler diz que mentiu sobre acusação de assédio
Homenagem a “espontânea” Michael Jackson na faixa de pedestres
RapaduraCast Especial Michael Jackson
M2List – Michael Jackson (by Eduardo Moreira)


TRILHA SONORA ESPECIAL:

Thriller


Duração:
1h14 min


EDIÇÃO E PRODUÇÃO:

César Calixto (@r0cc0)
Wagner Brito (@wag)

COORDENAÇÃO DE CONVIDADOS
Dudu Sales (@eduardo_sales)

SUGESTÕES, CRÍTICAS, RECEITAS DE BOLO, NÚMEROS DA LOTTO
Envie e-mails para: barretao.la@gmail.com

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SOS Cast #06 – Especial Michael Jackson & Mídia: Download

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(a imagem do topo foi retirada do site da CNN, antes que algum chato venha reclamar)
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É, aqui o nome é Olympic Summer Games ou, simplesmente, Summer Games. Afinal, eles tem os Jogos de Inverno, então faz sentido ter os Jogos de Verão. Isso quando não resolvem chamar de Olímpia. Olimpíada é tão mais fácil!

Tenho acompanhado os Jogos Olímpicos pela TV, com cobertura ao vivo da NBC. Os caras simplesmente passam tudo que conseguem encaixar na grade. No total, são quatro canais envolvidos no evento é uma questão de escolher o esporte que você quer assistir. Claro que todo o foco é no “Team USA” seja no par ou impar ou na ginástica masculina, que entrou sabendo que apanharia.
Pela primeira vez assisti a uma corrida de caiaque e a disputa de tiro com arco. Até hoje eu só havia competido, mas nunca assistido a algo dessa magnitude. Deu até vergonha da minha média de pontos contra os coreanos. Aliás, coreano nasceu pra arco e flecha. Eles são animalescos! Bem, foi divertido e ninguém viu a cor da “flecha”.

A cobertura tenta ser democrática – agora, por exemplo, na ausência de algo melhor, estão exibindo Boxe Peso Mosca, entre Thailandia e Guatelama!!! – mas quando tem americano na parada, vira uma festa. Michael Phelps, por exemplo, está em comerciais de TODOS os canais por conta de faltar uma medalha para ser o maior medalhista de todos os tempos. Herói nacional é pouco para o sujeito.
Mas fiquei mesmo impressionado pela cobertura de ontem, na final da ginástica masculina. Os comentaristas cantaram a bola no início: a China vai levar e se os americanos levarem qualquer medalha vai ser lucro. O “Team USA” entrou sem moral e precisava fazer mágica. Bem, pela primeira vez, eu vi os comentaristas parecerem chineses. Os caras deliravam com o show que a China dava e colocavam a briga contra o Japão como o grande embate dos Jogos.

De repente, os americanos começaram a surpreender. Foi impressionante e, surpreendentemente, chegaram a ficar em segundo lugar por um bom tempo. E começaram a virar heróis por conta da narração, que enfatiza as qualidades do time que começavam a aparecer. Foi aí que caiu uma ficha. Todas as vezes que acompanhei esse tipo de transmissão no Brasil, precisei aturar aquelas ginastas aposentadas que comentam passar mais tempo elocubrando sobre as “dificuldades” que os atletas brasileiros enfrentam e como isso os prejudicam.

Aqui foi o contrário, o fato de ser um novo time só foi mencionado umas duas vezes. Todo o resto do tempo foi utilizado para analisar e elogiar o que os caras realizavam, mesmo quando erravam, havia algo de positivo no comentário. Não acho que tenhamos que ser ufanistas ou deixar de ver problemas, mas parece que a cobertura brasileira só vê o defeito, como se ficasse procurando uma desculpa para a eventual falha.

Nesse caso, o time de ginástica entrou como zebra – assumidamente –, mas ninguém ficou arrumando desculpa, sabe. Achei isso curioso, pois, a cada erro, por exemplo, o foco passava para o próximo atleta que precisaria arrebentar. E os caras se superaram, claro que não faziam idéia do que acontecia na TV, mas pareceu uma reação natural aos escorregões e que se encaixava perfeitamente no cenário de “sonho” que os narradores construíam.

No fim das contas, os moleques socaram os alemães, deram uma canseira nos japoneses e levaram a medalha de Bronze. Tudo foi festejado como se eles tivessem acabado de derrotar Hitler sozinhos. O que me leva a outro pronto. Uma nação que sempre briga pela ponta na corrida pelas medalhas dá sim importância ao Bronze. Embora ninguém faça anúncios elogiando o time como no caso do Phelps, o entusiasmo é o mesmo. Especialmente por eles terem vacilado e perdido o segundo lugar, o que teria sido uma conquista “impossível”, bem ao estilo americano. Aliás, só metade do time era “americana”. O cara que errou feio é filho de chineses e o sujeito que deu um show no cavalo é filho de um ex-campeão de ginástica da Rússia! Isso que eu chamo de globalização!

Enfim, um jeito diferente de ver as coisas. Empolgação total, em qualquer situação. Outro exemplo foi o narrador do Polo Aquático, que quase enfartou quando os Estados Unidos bateram a Itália hoje cedo. O sujeito ficou mais alucinado que o Galvão na final de 94!

Para completar, pelo menos umas cinco redes de restaurantes tipo Burger King e o meu supermercado tem combos e promoções para dar dinheiro para o “Team USA”. É realmente um esforço nacional. E, detalhe, embora os atletas sejam valorizados, independente do esporte, é o “Team USA que está vencendo… precisa de tantos pontos… ou ganhou o Ouro”. É a força modelo esportivo que foca no esforço coletivo e no endeusamento da nação.

Que cousa! A gente bem que podia ter um pouquinho disso, pelo jeito funciona!

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LOS ANGELES – Hello, Stranger (Cher-eum Man-nan Sa-ram-deul, Coréia do Sul, 2007, 113min) começa de modo simples, com tomadas de árvores e uma pequena vila no Vietnã. Alguém grita por uma jovem desesperadamente. Não a encontra, grita seu nome e se cala. Mudamos rapidamente para a Coréia do Sul, onde um grupo de dissidentes do Norte termina seu curso de adaptação ao “novo mundo” do capitalismo e dos hábitos mais evoluídos. E é pela ótica desses imigrantes que o público é apresentado a Seul e à sensação claustrofóbica vivida por uma pessoa que não tem sequer a noção do que é um caixa eletrônico ou uma megastore. Esse filme foi um dos meus destaques do LAFF.

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Foram dez dias de festival. Mais de 230 filmes. Disputa por ingressos dos favoritos. Mostras internacionais, exibições públicas ao ar livre e profissionais de cinema respirando o mesmo clima durante todo o tempo. Tudo isso dentro de uma minicidade cinematográfica organizada no coração da Westwood Village. Assim aconteceu o Los Angeles Film Festival, um evento anual patrocinado pelo jornal Los Angeles Times, com o objetivo de reforçar a prolífica produção independente de uma Hollywood que o Brasil pouco conhece.

Embora os filmes dos grandes estúdios movimentem a maior parte da renda em Los Angeles, o cinema independente é responsável pelo trabalho de base ao treinar muitos dos profissionais e ao fornecer emprego e renda para empresas menores, como locadores de equipamentos, estúdios de mixagem e tantos outros segmentos que vivem em função do cinema. Com verba menor – mas ainda assim grande para os padrões brasileiros – e apoio de uma cidade que precisa de filmes para sobreviver, a produção independente é ininterrupta. Para este ano, por exemplo, 5000 filmes foram inscritos. 75% foram produzidos em Los Angeles.

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Está no ar a entrevista completa com Louis Leterrier, diretor de O Incrível Hulk!

Cliquem aqui para conferir o bate-papo exclusivo realizado pelo repórter do SOS Hollywood!

SOS HOLLYWOOD SMASHES!!!!

A primeira de muitas aventuras em Hollywood!

Queridos leitores, como o fechamento da próxima edição da Sci-Fi News e um pé quase quebrado tomam toda minha atenção nessa semana, vou apenas fazer uma lista de links com minhas matérias exclusivas publicadas sobre Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Tenho mais um texto pronto para sair, mas ele fica para o especial do Judão e, claro, com uma nova crítica de Indy 4, desta vez, sem medo de spoilers.

Bom, aí vão as matérias:

Crítica no Guia da Semana
Entrevista exclusiva com Frank Marshall, o produtor, no Guia da Semana
Artigo sem spoilers (SOS Hollywood)
Entrevista exclusiva com Harrison Ford – Época

Em tempo, vários amigos mandaram e-mails ou falaram comigo pelo MSN adorando o filme! Fiquei feliz, já que mais gente tem compartilhado a sensação que eu tive ao assistir ao novo Indy. Sai que é sua Harrison Ford!