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Leonard Nimoy, Jamie Foxx são os entrevistados do segundo capítulo do SOS Hollywood versão PodCast. Confira comentários sobre UP – Altas Aventuras, 24 Horas, House e The Big Band Theory.

Terremotos, finais de temporada, filmes maravilhosos e péssimos, tudo isso aconteceu nessa semana. Então lá vai mais uma edição do SOSCast, com entrevistas em áudio com Leonard Nimoy e Jamie Foxx, além de trilha sonora do próprio Nimoy, Survivor e uma surpresa saída da trilha de Finding Forrester.

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Várias coisas impressionantes acontecendo nas séries nessa semana. Depois resenho alguns episódios, mas aí vão as impressões curtas:

Heroes
Nem está tão ruim e precisaram resgatar uma personagem dos “quadrinhos online” para dar alguma graça. Rebel é aquela israelense que consegue acessar a internet com a mente. Poderzão, né? [ATUALIZAÇÃO: errei, não era ela, mas é spoiler, então não vou contar.=D] Agora, deveria mudar o nome de Heroes para Claire, ou Cheerleader. Ela virou o foco da parada, pois não importa o quão emergencial sejam as ações de Matt, Peter ou Papai Bennet, ela é sempre o foco.

24 Horas
Jack Baur tem o “Toque de Merdas”. Encostou, morreu ou tomou. É impressionante, o cara é todo do Bem, quase se mata para salvar o país e está rodeado por um número infinito de babacas, assassinos e gente disposta a transformá-lo no cruzamento de Átila com Hitler. Kiefer vai bem, entrevistei ontem, de novo. Chato de tudo isso é que a entrevista foi gravada pela agência EFE, que publicou em vários sites brasileiros, que assinam a agência, traduziram e tomei um furo. Ui! =D

Battlestar Galactica
Final de série simplesmente inesquecível. Tinha tudo que precisava: ação, gente morrendo, tensão extrema, Adama pirando (me lembrou o Theóden em O Retorno do Rei, mas na Versão Resumida do JovemNerd.. com aquele sentimento de “vamos todos morrer, nosso dia chegou!!!”) e uma revelação que fez uma de minhas afirmações anteriores estar errada. Há um ano mais ou menos, quando Baltar iniciou sua jornada religiosa, publiquei texto na Sci-Fi dizendo que ele era “Jesus Cristo”. Fui pudico em meu pensamento. O buraco é muuuuuito mais embaixo. Linha de pensamento certa, só errei no título. Assistam e tirem suas próprias conclusões.

Supernatural
Sam mostrou fraco e comprovou minha teoria maluca de que não estava apenas “treinando e se divertindo” com a Ruby. Aí você pensa, o que vale mais “um herói meio quebrado e perturbado como o Dean pós-Hell, ou um herói 2.0 com sangue demoníaco, que teoricamente age contra os desejos de Deus”? Dentro da mitologia de Supernatural, acho que nenhum dos dois, afinal, o melhor seria mudar para a Lua, pois com toda a desgraça que está a caminho, sai debaixo. Acho que nem Gandalf salvaria. Capítulo muuuito bom, explorando a experiência de Dean no inferno e, acima de tudo, jogando um saco gigante de merda no ventilador dos Anjos. É o “Toque de Merdas Celestial”. E se o Dean já estava perturbado, agora foi pro saco. Ele descobre que algo frutístico no Inferno, frustrou papai Winchester e ferrou com o papai do céu. Alguém manda o Jack Bauer pra ajudar, por favor!?

Lie to Me
Comecei a assistir nessa semana. Parece bom, gosto do Tim Roth e ele impressiona em cena.

A noite de ontem marcou mais um combate entre Jack Bauer e os heróis fora de rumo. Enquanto House dominou supremo (13.26 milhões de espectadores) – novidade! -, 24 Horas e Heroes brigaram acirradamente pela audiência.

Quem ganhou? Quem ganhou? Jack Bauer, claro! Com a marca de 11 milhões de espectadores, contra 7,5 milhões de Heroes, 24 Horas levou a melhor. O episódio de Heroes seguiu a linha do tudo mundo a cada segundo, ou seja, zona total. Jack Bauer botou para quebrar, fazendo seu arroz com feijão, e foi recompensado por isso.

Agora, quem não vai bem é Chuck (6,7 milhões) que perdeu para reprises de The Big Bang Theory e How I Met Your Mother. Mas ainda não é hora de desespero. AINDA NÃO.

E hoje tem Fringe, oh yeah! =D Melhor série de ficção da atualidade!

Longa-metragem de duas horas retoma o melhor estilo de Jack Bauer ao dar o pontapé para a nova temporada com direito a conflito na África, maracutaias presidenciais e um novo vilão no meio disso tudo.

Jack Bauer quebrou tudo em seu retorno às telinhas. Esse é o sentimento causado por 24: Redenção, que redimiu tanto o personagem quanto a criticada equipe de roteiristas depois da sexta-temporada. A melhor definição para o telefilme de duas horas vem diretamente de Kiefer Sutherland, em entrevista ao SOS Hollywood, “24 at its best” (é 24 Horas no melhor de sua forma). E é impossível discordar dessa avaliação, especialmente depois de ver Jack Bauer peitando milícias africanas, defendendo crianças com a própria vida e mostrando que não abandonou sua humanidade.

A exibição de 24: Redenção foi o primeiro grande momento do domingo passado, que também marcou o final da primeira temporada de True Blood. Depois de um mês de propagandas pesadas e de tratamento de filme de cinema para essa estréia tardia em termos de temporadas norte-americanas, a Fox conseguiu ótimo resultado de audiência e mostrou inteligência ao lançar o título em DVD dois dias depois da estréia.

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Como vocês viram aqui, estrevistei Kiefer Sutherland pelo filme Espelhos do Medo. Embora a entrevista exclusiva esteja nas páginas da Sci-Fi News de outubro, já nas bancas, gostaria de compartilhar algumas das perguntas com vocês. Com vocês, Jack Bauer! =D

O conceito de Espelhos do Medo reflete mais a idéia assustadora de Nietzsche ou a fantasiosa de Lewis Carroll?
Qualquer uma das duas assusta bastante, se analisarmos com calma. Espelhos sempre carregam esse estigma de portais ou símbolos de dualidade, mas toda vez que se busca muito por um novo sentido ou algo oculto, o resultado não é dos melhores. De qualquer forma, sempre vi esse filme muito com um drama focado na família, então, se estamos falando em dualidade, devemos olhar para as duas realidades que essas pessoas vivem. A idéia de que entre os dois lados de qualquer história sempre mostra a verdade no meio do caminho sempre me interessou, gosto de trabalhar isso. Confesso que depois de tudo isso não consigo olhar para um espelho antes de pensar duas vezes e há mais coisas para se ter medo do que se ele olhar de volta ou se um coelho maluco aparecer do outro lado.

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De acordo com Kiefer Sutherland, é só a série 24 Horas chegar ao fim que poderemos assistir a um filme temático. “Escrever a série é uma tarefa altamente complicada e os roteiristas fazem coisas fantásticas lá, mas não é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo”, explicou Sutherland em entrevista exclusiva ao SOS Hollywood. “Mas assim que encerrarmos o seriado, faremos o filme.” Mas aí vem a pergunta, quando? “Estamos em busca pela temporada perfeita. Quando isso acontecer, podemos dormir tranqüilos e tocar o filme.” Enquanto filma a sétima temporada de 24 Horas, Kiefer Sutherland segue firme na divulgação de seu próximo filme Mirrors, que já estreou nos Estados Unidos e chega ao Brasil em outubro.